Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.
segunda-feira, novembro 23, 2009
Bebê urso
Esse projeto na Rússia ajuda ursos órfãos é o International Fund for Animal Welfare's cuida da reabilitação e bem-estar do animal.
quinta-feira, novembro 19, 2009
domingo, novembro 15, 2009
PIERRE ET GILLES MEUS ICONES
Jogo de conflitos entre as idéias?
Renato Janine Ribeiro fala hoje na Folha de São Paulo Tesão e direitos até cita antinomia, de Kant; que originariamente significava conflito entre duas leis... Nesse caso ele está referindo a um direito e um problema da 'Geisy' muita boa a sua colocação. Esse assunto deu pano pra manga agora só falta cair no vestibular da UNIBAN o seguinte problema:
I'm feeling just a tad disappointed
sábado, novembro 14, 2009
Checando os e-mails:notícias dos amigos
Tão engraçadinha e fofa a Juliana Scorza - toda feliz porque lendo uma reportagem viu seu nome citado por um crítico de artes -- mas pudera eu sempre gostei do seu trabalho, não sou crítico e não entendo de artes plásticas mas talentosa sempre fora e despontar é o seu destino, adoro gente assim: multi multipla.
Aqui juz a reportagem de Rodrigo de Souza Leão
e nessa outra um estudo da 'Mulher Derretida' o quadro acima por José Maria Dias da Cruz
Aqui juz a reportagem de Rodrigo de Souza Leão
e nessa outra um estudo da 'Mulher Derretida' o quadro acima por José Maria Dias da Cruz
Começar o sábado
Lendo um jornal, um café e um trago de poesia:
Emily Dickinson
249 -
Noites Loucas — Noites Loucas!
Estivesse eu contigo
Noites Loucas seriam
Nosso luxuoso abrigo!
Para Coração em porto —
Ventos — são coisas fúteis —
Bússolas — dispensáveis —
Portulanos* — inúteis!
Navegando em pleno Éden —
Ah, o Mar!
Quem dera — esta Noite — em Ti
Ancorar!
Tradução: Paulo Henriques Britto
*Portulano (do latim "portus", porto), ou portolano, é uma antiga carta náutica Europeia, datada do século XIII ou posterior
Original em inglês:
Wild Nights — Wild Nights!
Were I with thee
Wild Nights should be
Our luxury!
Futile — the Winds —
To a Heart in port —
Done with the Compass —
Done with the Chart!
Rowing in Eden —
Ah, the Sea!
Might I but moor — Tonight —
In Thee!
---- • ----
Wild Nights — Wild Nights!
Were I with thee
Wild Nights should be
Our luxury!
Futile — the Winds —
To a Heart in port —
Done with the Compass —
Done with the Chart!
Rowing in Eden —
Ah, the Sea!
Might I but moor — Tonight —
In Thee!
---- • ----
terça-feira, novembro 10, 2009
domingo, novembro 08, 2009
O que se deve fazer com a intuição?
"Não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis do Universo - o único caminho é a intuição" - frase atribuída a Albert Einstein (1879-1955)
Em filosofia, intuição é o processo de apreensão racional não-discursiva de um fenômeno ou de uma relação. Se a razão discursiva se caracteriza por um processo paulatino que culmina numa conclusão, a intuição é compreensão directa, imediata de algo.
Opondo-se diretamente a Descartes, Charles Sanders Peirce nega que tenhamos o poder de conhecer de maneira imediata ou intuitiva nossos próprios pensamentos (autoconhecimento). Para Peirce, o conhecimento de um pensamento é a interpretação do mesmo em outro pensamento. Nessa interpretação, o pensamento interpretado pelo pensamento posterior é signo-pensamento, e o pensamento que interpreta o pensamento anterior é interpretante.
Vários centros de pesquisas hoje analisam o fenômeno da intuição ou do sexto sentido, inclusive a neurociência.
E se a gente pode definir intuição sem qualquer conotação paranormal, espírita, nada disso... Então, se você considerar que o cérebro é uma máquina, digamos, não só de responder aos acontecimentos - isso é a parte mais fácil, o menor do trabalho do cérebro – mas, principalmente, de usar toda a informação que ele já colheu sobre o passado da sua experiência de vida, das regras que você aprende e generalizar para o futuro. E que ele, mais do que qualquer coisa, tenta o tempo todo usar essa informação para prever o futuro, para antecipar o que vai acontecer, guiando, então, o comportamento. A gente pode dizer que a intuição é nada mais do que esse trabalho que o cérebro faz em permanência, de tentar adivinhar o que vai acontecer. Desde o nível mais imediato, mais instantâneo – o que vai acontecer se eu fizer esse movimento com a minha mão ou se eu botar o pé no chão, quando que ele vai encontrar o chão de fato? Até um futuro mais distante. O que eu devo estudar para poder ser jornalista ou cientista no futuro? Ou será que o ônibus que está vindo pela rua vai passar do meu lado em segurança ou será que vem na minha direção? Então, eu acho que o que a gente chama cotidianamente de intuição é esse meio-termo. O que acontece são essas previsões no espaço de poucos segundos sobre o que vai acontecer no futuro. Então, se a gente pensar que o cérebro tenta fazer isso o tempo todo, boa parte das vezes ele vai errar. E essas em que ele erra passam em branco, você não nota. Agora, se a gente considerar que esse trabalho por excelência do cérebro é extremamente importante naquela hora em que ele faz a predição e acerta, de fato, aquilo acontece, é extraordinariamente importante que alguma parte do cérebro chame a atenção para aquela... adivinhação que se cumpriu, que deu certo. É o prêmio para o funcionamento do próprio cérebro, né? Quer dizer: “Olha, você acertou”. Então, faz isso de novo da próxima vez, porque funciona. Então, eu acho que aí a diferença entre ouvir ou não ouvir a intuição está em o que a gente fez com esses avisos, digamos, essas previsões que o cérebro manda para a gente, o quanto você ouve disso e o quanto você respeita essa informação. (Suzana Herculano-Houzel)
Vendo isso penso porquê o Fantástico fez um matéria sobre o paranrmal ... depois ela na sequência ...
O que se deve fazer com a tal da intuição?
sábado, novembro 07, 2009
Não seria necessário explicar nada
Já que as pessoas sem ter o que fazer, perguntam da sua vida, mas não se interessam pelas suas respostas, perguntam pela sua sexualidade e identidade e já na sequência o rotulam, de onde sairam esses e me acham no Skype: disperdício de meu tempo escutar gente chata ... Desperdício de um post também!!!ADo ADo cada um no seu ...(viu Adolpho)
quinta-feira, novembro 05, 2009
Este outro fiz especialmente a esse blog
A vontade de crer,
das verdades absolutas
ao que é verdadeiro e oportuno,
das realidades da experiência
as verdades verificadas.
A idéia do Nada
A idéia do Nada,
me assusta.... Escolho minha vida,
minha liberdade... Estou condenado a escolher.
Minha própria essência nega
dominação e exploração.
Minha própria essência quer chegar
à liberdade.
Minha própria essência não é igual
para todos.
Fui lançado num mundo que não escolhi ...
(este poema escrevi hoje 25-11-09 inspirado numa antiga paixão)
me assusta.... Escolho minha vida,
minha liberdade... Estou condenado a escolher.
Minha própria essência nega
dominação e exploração.
Minha própria essência quer chegar
à liberdade.
Minha própria essência não é igual
para todos.
Fui lançado num mundo que não escolhi ...
(este poema escrevi hoje 25-11-09 inspirado numa antiga paixão)
terça-feira, novembro 03, 2009
quinta-feira, outubro 29, 2009
quarta-feira, outubro 28, 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
Cinema música video
Estranho ver as criaças nos escuro isso dá uma sensação estranha ...mas a musica é perfeita
domingo, outubro 25, 2009
Manifesto pela vida
Ao menos contra o massacre o Japão existe um abaixo assinado online pedindo que se ponha um fim a esta
situação. Nao custa muito assinar ... e pode ser que resulte ...
Eu fico indignado e arrasado
A um mês mais ou menos eu tinha visto na Veja sobre massacre de golfinhos no Japão e já tinha ficado chocado mas, segundo esse site em vários locais isso ocorre inclusive no Brasil no Para eu não vejo nenhuma autoridade fazer nada! E tudo por uma maldita crença popular ... é muita ignorância! eu não aguentei ver doi demais ...
sábado, outubro 24, 2009
Poema 15(Pablo Neruda / Víctor Jara)
Me gusta cuando callas porque estás como ausente
Gosto quando calas porque pareces ausente
y me oyes desde lejos y mi voz no te toca,
E me ouves de longe e minha voz não te toca
parece que los ojos se te hubieran volado
Parece que os olhos te houvessem voado
y parece que un beso te cerrara la bo - oca.
E parece que um beijo te fechasse a boca
Me gustas cuando callas y estás como distante
Gosto quando calas e pareces distante
y estás como quejándote mariposa en arrullo,
E parece como mariposa queixando-te em arrulhos
y me oyes desde lejos y mi voz no te alcanza
E me ouves de longe e minha voz não te alcança
déjame que me calle con el silencio tu - uyo.
Deixa-me que me cale com o teu silêncio
Déjame que te hable también con tu silencio
Deixa-me que te fale também com teu silêncio
claro como una lámpara simple como un anillo,
Claro como uma lâmpada, simples como um anel
te pareces a la noche callada y constelada
Pareces a noite quieta e estrelada
tu silencio es la estrella tan lejano y senci - illo.
Teu silêncio é a estrela tão distante e singela
Me gustas cuando callas porque estás como ausente
Gosto quando calas porque pareces ausente
distante y dolorosa como si hubieras muerto,
Distante e dolorosa como se tivesse morrido
una palabra entonces, una sonrisa bastan
Uma palavra então, um sorriso bastam
y estoy alegre, alegre de que no sea cierto,
E estou alegre, alegre de que não seja certo.
una palabra entonces, una sonrisa bastan
Uma palavra então, um sorriso bastam
y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.
E estou alegre, alegre de que não seja certo.
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